A magia do balé clássico vai tomar conta do palco do Teatro Amazonas nos dias 18, 19 e 20 de julho com a apresentação do espetáculo Giselle, obra-prima do romantismo com coreografia e figurinos assinados por Álvaro Gonçalves. A montagem marca a abertura da edição 2025 da Série Encontro das Águas, realizada pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa.
Sob regência do maestro Marcelo de Jesus, a Orquestra Amazonas Filarmônica interpreta a trilha de Adolph Adam, conduzindo o público pela emocionante narrativa de Giselle, que une lirismo, técnica e intensidade dramática. O espetáculo ainda conta com cenografia da Central Técnica de Produção (CTP), desenho de luz de Tabbatha Mello e participação do Ballet Álvaro Gonçalves.
“A Série Encontro das Águas é um dos momentos mais aguardados do nosso calendário cultural. E Giselle é, sem dúvida, uma grande abertura. Convidamos o público a prestigiar essa apresentação, que reúne artistas genuinamente amazonenses e valoriza ainda mais a nossa cultura”, destacou o secretário de Cultura e Economia Criativa, Caio André.
Com classificação livre, Giselle será apresentado às 20h nos dias 18 e 19 de julho, e às 19h no dia 20. Os ingressos estão à venda na bilheteria do Teatro Amazonas e pelo site Shop Ingressos.
Programação completa – Série Encontro das Águas 2025
18, 19 de julho (20h) e 20 de julho (19h)
GISELLE – com Orquestra Amazonas Filarmônica e Ballet Álvaro Gonçalves
Balé clássico de Adolph Adam
Classificação: Livre
22 e 23 de julho
AMASSUNU – com Orquestra de Câmara do Amazonas, solistas e Banda Moã
Fusão entre música indígena, erudita e independente
Classificação: Livre
24 e 25 de julho (20h)
SYMPHONY OF CHAOS – com Orquestra de Câmara do Amazonas, solistas e banda
Fusão entre rock, metal e orquestra
Classificação: Livre
26 de julho (20h) e 27 de julho (19h)
BEYOND THE SYMPHONY – com Orquestra Amazonas Filarmônica e Corpo de Dança do Amazonas
Tributo sinfônico ao K-pop
Classificação: Livre
A Série Encontro das Águas propõe uma rica integração entre diferentes linguagens artísticas, aproximando públicos diversos por meio do diálogo entre o erudito, o popular e o ancestral.